Aprendendo Anatomia


Caixa Torácica

O tórax aloja o coração, os pulmões e muitas outras estruturas importantes. O esqueleto do tórax inclui o esterno, as costelas, as cartilagens costais, as vértebras torácicas e discos intervertebrais. A cavidade do tórax se comunica com a porção anterior do pescoço pela abertura torácica superior, a abertura esta limitada pela margem superior da primeira VT, dorsalmente, pela borda superior do manúbrio, ventralmente e pelo primeiro par de costelas e suas cartilagens lateralmente. A abertura mede cerca de 5cm por 10cm lateralmente. Devido à obliqüidade das primeiras costelas a cavidade se desvia caudal e anteriormente. Ela é ocupada, em cada lado, pelos ápices pulmonares e suas pleuras, feixe neurovascular dos membros superiores, no pleno mediano por vasos da cabeça e pescoço e por vísceras. A cavidade torácica comunica – se com a cavidade abdominal através da abertura torácica inferior, que encontra fechada pelo músculo diafragmático. Essa abertura é ampla e de contorno desigual, limitada pela 12º VT, pelos corpos do 12º par de costelas, pelas bordas livres dos seis pares de cartilagens costais inferiores e pela juntura xifoesternal. O formato do tórax se difere de pessoa para pessoa, porém o lado direito é geralmente maior, a clavícula direita também é mais proeminente, o ombro direito mais elevado e os músculos mais desenvolvidos.



Escrito por Fernanda Luíza às 18h29
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Esterno

Este é um osso plano que forma uma parte da parede óssea do tórax, consiste de três partes: o manúbrio, corpo e o processo xifóide, isso em sentido crâniocaudal. Devido a sua acessibilidade e a pequena espessura, é mais facilmente puncionado por agulhas. Manúbrio – o manúbrio é a parte mais larga e mais espessa das três partes, a porção côncava mediana da borda superior é a incisura jugular, que pode ser facilmente palpada e se encontra, geralmente, ao nível da terceira VT, (na segunda VT, na inspiração e forçada, e na quarta VT na expiração forçada). Lateralmente, a borda superior estão presentes as incisuras claviculares côncavas para as faces articulares esternais das clavículas. A primeira cartilagem costal une – se a porção a porção superior rugosa da borda lateral. A borda inferior do manúbrio articula – se com a parte superior do corpo, e na parte lateral desta articulação temos a articulação da segunda cartilagem costal. Temos ainda nessa região um pequeno ângulo esternal, este é uma importante referência óssea que se encontra ao nível da quarta ou quinta VT, ele marca não somente a junção do manúbrio com o corpo do esterno, mas também ao nível da segunda cartilagem costal, daí ser um ponto de referência na contagem das costelas. Corpo – tem o dobro do tamanho do manúbrio e é mais largo ao nível da quarta ou quinta cartilagem costal, a terceira, quarta e quinta cartilagens costais fixam – se em incisuras na borda lateral do corpo, a sexta cartilagem costal fixa – se em incisuras na borda lateral do segmento inferior e, a sétima, em incisura geralmente dividida entre o corpo e o processo xifóide. A margem inferior do corpo é separada do processo xifóide por fibrocartilagem até a velhice, quando as duas partes em geral se fundem. Processo xifóide – essa é a menos das partes do esterno, sendo também variável de tamanho e forma, mais fino que o corpo, no ser vivo uma depressão pode ser sentida e geralmente vista na frente do processo xifóide, a fossa epigástrica ou a “boca do estômago”.



Escrito por Fernanda Luíza às 18h25
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Primeira Costela, Segunda e Costela Tipica



Escrito por Fernanda Luíza às 18h19
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Costelas

Em geral temos 12 costelas em cada lado do corpo, ossos alongados, achatados, que se curvam anterior em inferiormente, partindo das VT. Ajudam a proteger as o conteúdo torácico e, também, os órgãos da porção superior do abdome. As costelas aumentam de tamanho da primeira a sétima e, a seguir diminuem até a décima segunda, as primeiras sete costelas, e ás vezes a oitava, são ligadas ao esterno por suas cartilagens costais, são chamadas de costelas verdadeiras, das cinco remanescentes, chamadas de costelas falsas, a oitava, nona e a geralmente a décima, ligam – se, por meio de suas cartilagens costais, a cartilagem imediatamente superior, enquanto que a décima primeira e a décima segunda são livres, podendo ser chamadas de flutuantes. Uma costela típica – a terceira até a nona costelas possuem características comuns e são conhecidas como costelas típicas, cada uma possui cabeça, colo e corpo. A cabeça apresenta uma face articular dividida em duas facetas por uma crista interarticular. A maior é a faceta inferior, articula – se com a fóvea superior da vértebra correspondente, em número, à costela; e a menor, a faceta superior, articula – se com a fóvea costal inferior da vértebra suprajacente. O colo está localizado entre a cabaça e o tubérculo, apresenta uma crista em sua borda superior, a junção do colo e do corpo é marcada na superfície externa pelo tubérculo, onde a face articular se une a faceta do processo transverso de sua vértebra. O corpo passa posterior e lateral a pouca distância, voltando – se a seguir anterior e lateralmente, essa mudança é o ângulo costal, o corpo continua a curvar – se, voltando – se anteriormente, medialmente e inferiormente, é também torcida de tal modo, que a face externa tende a voltar para cima e para o lado quando é seguida anteriormente. A parte externa convexa do corpo dá inserção a músculos ou é por eles coberta, a face interna côncava é marcada em sua porção inferior pelo sulco costal, que é mais largo e mais profundo na parte posterior. A borda superior é arredondada posterior e aguçada anteriormente. Primeira costela – situa – se no limite superior do tórax, onde ajuda a delimitar a abertura torácica superior, é larga, e chata, suas faces estão voltadas superior e inferiormente e, suas bordas, interna e externamente. Desvia – se inferior e anteriormente de sua extremidade vertebral para esternal. A pequena face articular da cabeça apresenta geralmente apenas uma faceta, que se articula com a primeira VT. O colo relativamente longo, delgado e arredondado, está situado imediatamente atrás do ápice da pleura e do pulmão. A face superior do corpo apresenta, próximo a seu ponto médio, o inconstante sulco da artéria subclávia, que aloja também o tronco inferior do plexo braquial. O tubérculo para o músculo escaleno anterior está localizado anteriormente a este sulco, próximo a borda interna do corpo, um sulco da veia subclávia encontra – se localizado anteriormente ao tubérculo. Segunda costela – tem o dobro do comprimento da primeira, é fortemente curvada, mas não torcida. Apresenta duas facetas, que se articulam com a primeira e a segunda VT, têm um ângulo, um tubérculo e um sulco costal pouco nítido. A face externa do corpo próximo ao ponto médio apresenta a característica especial da segunda costela, a tuberosidade do músculo serrátil anterior, para a inserção da segunda e parte da primeira digitação deste músculo. Décima, 11º e 12º costelas – a 10º pode parecer típica, mas a face articular d cabeça geralmente tem apenas uma faceta articular para a 10º VT, pode – se encontrar dificuldade para distinguir a 10º da 11º costelas. A 11º costela apresenta uma única faceta na face articular da cabeça, o ângulo e o sulco costal são pouco nítidos, o tubérculo quando presente, é pequeno e não tem a face articular da cabeça, a extremidade anterior da costela é geralmente pontiaguda. A 12º é pequena e delgada, têm características similares a 11º, sua borda superior é arredondada, enquanto que a anterior é pontiaguda. As diferenças de comprimento da 11º costela são importantes nas abordagens cirúrgicas de rim.



Escrito por Fernanda Luíza às 18h08
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Cartilagens Costais

São mais arredondadas que as costelas, consistem de cartilagem hialina, podendo posteriormente tornar – se ossificadas, as extremidades da oitava, nona e, geralmente, 10º fundem – se com a cartilagem costal imediatamente superior e formam a margem costal. As extremidades da 11º e 12º ficam entre os músculos da parede abdominal, a primeira e a segunda cartilagens costais inclinam – se inferior e medialmente; a terceira é mais ou menos horizontal; a quarta, em geral começa a desviar – se superiormente. Da quinta à 10º, a direção acompanha a da costela correspondente por cerca de 3cm e então se volta para cima. As cartilagens costais são elásticas, podem resistir a considerável porção e conferem elasticidade à parede torácica.



Escrito por Fernanda Luíza às 23h29
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Vertebras Toracicas

A fóvea costal superior de uma vértebra torácica típica forma com o disco intervertebral e a fóvea costal inferior da vértebra suprajacente um encaixe e recebe a cabeça da costela correspondente.



Escrito por Fernanda Luíza às 23h20
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Coluna Vertebral

A coluna vertebral constitui um importante eixo de comunicação entre o sistema nervoso central e o sistema nervoso periférico, por meio da medula espinhal, contida no canal medular da coluna vertebral. Além disso, é a estrutura que sustenta nossa posição bípede, e por isso, talvez a mais sacrificada na escalada do desenvolvimento humano. Tanto que as patologias associadas à coluna são cada vez mais freqüentes, mais comum e mais precoces. Ocorre em função da longevidade, sedentarismo, desrespeito as questões ergonômicas nos locais de trabalho e tudo isso ocasiona um maior desgaste e estresse dessas estruturas. Podemos lembrar também que a ela faz parte do esqueleto axial e liga – se a ela o crânio e os membros. Toda e qualquer pessoa vendo a figura de uma coluna em perfil, reconhece que ela tem curvaturas, e essas são fisiológicas, as primárias são as duas cifoses, ou seja, é a curvatura dorsal e a sacral cuja concavidade fica voltada anteriormente, por fim duas lordoses, que são as curvaturas cervical e lombar, ambas com concavidade posterior. Sendo que a cifose é adquirida ainda na gestação, assumindo o formato do útero gravídico e a lordose aparece quando a criança começa a fazer a extensão do pescoço e coluna, oque depois proporciona que ela sustente a cabeça na posição ereta. A curvatura lombar, geralmente mais acentuada nas mulheres, termina no ângulo lombosacral. A curvatura sacral também se difere nas mulheres, menos curvo nestas, oque aumenta o tamanho da abertura inferior da pelve ou saída da pelve (pelve verdadeira). Constituída de 33 vértebras, sendo que destes 24 ossos são separados, é dividida em 5 regiões, cervical com 7 vértebras, torácica ou dorsal com mais 12 vértebras, lombar com 5 vértebras, sacral com mais 5 fundidas durante o desenvolvimento e 4 vértebras coccígeas fundidas. As abreviações C, T, L, S e Co são usadas para indicar as regiões da coluna vertebral. Extremamente flexível à coluna vertebral é composta por estruturas móveis, as vértebras, quem proporciona a estabilidade de que a coluna necessita são os ligamentos e músculos, as vértebras podem freqüentemente ser identificadas por características especiais, além disso, individualmente todas apresentam características estruturais próprias. Os corpos vertebrais gradualmente tomam-se maiores à medida que se aproximam do sacro e a seguir tornam-se progressivamente menores em direção ao cóccix. Essas diferenças estruturais estão relacionadas ao fato de que a região lombosacra sustenta mais peso que as regiões cervical e torácica. As vértebras são consideradas atípicas e típicas, as primeiras são as três cervicais, atlas (C1), áxis (C2), e a sétima proeminente (C7), as típicas contêm componentes estruturais que são comuns a todas as restantes móveis. Estas compõem – se pelas seguintes estruturas, corpo vertebral e arco vertebral, o último é subdividido em processos ou apófises, transverso, espinhoso e articular, lâminas e pedículos. Corpo Vertebral O corpo vertebral é anterior, suporta as forças de carga e pressão, composta por tecido esponjoso interiormente e compacto recobrindo – o, varia de diâmetro conforme o segmento vertebral em que se localiza. Os corpos das vértebras cervicais são de menor diâmetro e altura, sendo a porção mais alta da coluna na posição ortostática. Os corpos dorsais ou torácicos aumentam progressivamente a sua altura e diâmetro, apresentando um aspecto cilíndrico. Os corpos vertebrais lombares são achatados e largos por constituírem as vértebras que suportam as maiores pressões da coluna vertebral. As vértebras sacras são fundidas entre si, constituindo-se num osso que apresenta forma triangular. Este por sua vez articula-se com o ilíaco na região pélvica, apresentando a base fixa da coluna vertebral e sua relação com a pelve ou bacia. Assim, estabelece-se a base de suporte da coluna vertebral do ser humano. Pedículos Os pedículos vertebrais são expansões ósseas que ligam o corpo vertebral ao processo transverso, ficam anteriormente e as lâminas ósseas são as que ligam os processos transversos ao espinhoso e ficam posteriormente, essas quatro porções são as que limitam o canal raquidiano posteriormente, pois anteriormente vale lembrar que temos o corpo vertebral. Processos, Espinhoso, Articulares e Transversos.



Escrito por Fernanda Luíza às 12h32
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Cápsula Articular

A cápsula Articular é uma estrutura com tecido fibroso que é responsável pelo revestimento das articulações interapofisárias e, juntamente com a membrana sinovial, tornam a estrutura fechada onde circulam líquido sinovial para nutrir e vitalizar as cartilagens em contato na articulação. Esta membrana capsular reveste também as articulações costo - vertebrais e costo-transversas, localizadas ao longo da coluna torácica.



Escrito por Fernanda Luíza às 12h24
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Forame Intervertebral

Forâmen intervertebral trata-se de um orifício que se localiza lateralmente ao canal vertebral. Encontra-se relacionado ao espaço intervertebral e parte inferior do corpo da vértebra. Localiza-se entre as facetas articulares por trás, e o corpo vertebral e o disco intervertebral pela frente. Através desses foramens emergem as raízes nervosas de dentro do canal vertebral. Podem ser comparados a janelas pelas quais as raízes nervosas têm o seu trânsito para realizar o comando de área e receber a sensibilidade de áreas segmentares.



Escrito por Fernanda Luíza às 12h24
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Disco Intervertebral

O apoio articular entre os corpos vertebrais é realizado pelos discos de cartilagem chamados de discos intervertebrais. O disco intervertebral constitui-se de uma estrutura fibrocartilaginosa formada por anéis concêntricos em sua porção externa e um núcleo gelatinoso formado por substâncias hidrófilas (muco polissacarídeos) que garantem essa hidrófila (retenção de água), mantendo a capacidade de hidratação e flexibilidade do disco. As vértebras desde C2 (segunda vértebra cervical) até S1 (primeira vértebra sacra) são interpostas por estruturas discais chamadas de discos intervertebrais. Ao todo são 23 discos. O anel fibroso concêntrico suporta as pressões submetidas à coluna vertebral, transmitida pelos corpos vertebrais. Um núcleo gelatinoso, através do seu deslocamento, estimula o anel fibroso na retenção das pressões e orienta o todo corporal quanto à posição da coluna vertebral. Essa orientação é dada através dos ramos do nervo sinovertebral ou nervo de Luschka. Este nervo "comunica" os estímulos recebidos, revelando aos músculos eretores da espinha as linhas de força de pressão sobre a coluna vertebral. Sua localização é a porção posterior do disco e o mesmo se comunica com a raiz nervosa emergente da coluna. Os corpos das vértebras apresentam cerca de três quartos do comprimento da parte móvel da coluna vertebral e os discos intervertebrais representam o outro quarto.



Escrito por Fernanda Luíza às 12h23
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Ligamentos

Os ligamentos são estruturas fibrosas cuja função está relacionada à estabilidade intrínseca das vértebras na sua posição natural. Ligamento Longitudinal Anterior: tem forma laminar. Inicia-se na base do crânio até o sacro. Serve para reforçar a estabilidade da coluna na sua porção anterior e encontra-se na linha média do corpo vertebral. Estabiliza a coluna desde a articulação atlantoccipital até a transição lombo-sacro. Ligamento Interespinhoso: localiza-se na região espinhosa e se inicia pelo ligamento da nuca, porção estabilizadora entre o osso occipital e as apófises cervicais, estendendo-se até as apófises sacras. É reconhecido como ligamento interespinhal tendo a sua porção contínua com o nome de ligamento supra-espinhal. Ligamentos Amarelos: são expansões ligamentares que conectam a face anterior da lâmina superior com a face posterior da lâmina vertebral adjacente inferior. Ligamento Longitudinal Posterior: trata-se de um ligamento laminar que se localiza dentro do canal vertebral justaposto à porção posterior dos corpos vertebrais. Ligamentos cruciformes: localiza-se na base do crânio e é formado pelos ligamentos superior, transverso e inferior. Comunica-se com as fibras do ligamento alar. Ligamentos intertransversos: interligam as apófises transversais. Encontram-se lateralmente à coluna vertebral. Ligamento costo-transverso e Ligamento Radiado: unem a costela com as apófises transversas e com o corpo vertebral subseqüentemente. O resultado da superposição de todos as vértebras se dá o canal vertebral, onde está contida a medula espinhal. Agora que conhecemos a coluna como um todo podemos estuda – lá por partes, ou seja, regiões, e estas são classificadas em cervicais, dorsais ou torácicas, lombares, sacrais e coccígeas.



Escrito por Fernanda Luíza às 12h20
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Vértebras Cervicais

São em número de 7 vértebras. Sendo que as duas primeiras são aquelas ditas anteriormente como atípica, pois tem a finalidade de permitir os movimentos da cabeça. A primeira vértebra cervical se chama atlas, constituída de dois arcos, um posterior e um anterior de menor tamanho, no último se encontra uma face articular para o processo odontóide do áxis – segunda vértebra cervical, articula – se ainda com a base do crânio nos côndilos occipitais e com áxis inferiormente. O áxis também uma vértebra atípica, pois tem um processo chamado odontóide ou dente do áxis, é uma porção óssea, densa, que se projeta na parte superior do áxis (segunda vértebra cervical) para dentro do atlas (primeira vértebra cervical) e se introduz no forâmen magno. Este se localiza na base do crânio e têm em seu interior estruturas como o bulbo (centro nervoso do comando respiratório) e o início da estrutura medular-nervosa. O processo odontóide estabiliza a coluna cervical em relação ao crânio, permitindo os movimentos de rotação da cabeça. Da 3º a 6º vértebras cervicais os componentes são aqueles descritos anteriormente, corpos pequenos e ovais, forame vertebral grande pelo próprio tamanho da medula espinhal que ali é alojada, os processos espinhosos são curtos e bífidos. A sétima vértebra cervical tem os mesmos componentes de uma vértebra típica, porém também é atípica, pois seu processo espinhoso é proeminente, bem visto quando fazemos a flexão do pescoço e palpando logo atrás do pescoço, é a que mais podemos sentir. E esta ainda possui o forame bem menor que das outras cervicais. Todas as vértebras cervicais possuem forames transversos em que passam as artérias basilares.

 



Escrito por Fernanda Luíza às 12h17
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Vértebras Torácicas

São aquelas 12 vértebras que se possuem as articulações com os arcos vertebrais. A T1, primeira vértebra torácica, apresenta uma face articular inteira para a cabeça da primeira costela. O corpo é semelhante ao de uma vértebra cervical, o processo espinhoso é longo espesso e quase horizontal. A 10º vértebra torácica apresenta uma face articular inteira para a costela situada na face lateral do pedículo. A 12º vértebra torácica por ser uma vértebra que se encontra em uma região de transição é semelhante a uma vértebra lombar, com seu corpo, pedículos, lâminas e processos mais espessos.

 

 



Escrito por Fernanda Luíza às 12h11
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Vértebras Lombares

Essa é a ultima região com grande mobilidade da coluna vertebral sendo constituída de 5 vértebras. O corpo é grande, mais largo e espesso, os pedículos são fortes e juntam – se com a parte cranial do corpo formando incisuras vertebrais inferiores. O processo espinhoso é longo e quadrilátero. A 5º vértebra lombar, L5, tem o corpo mais baixo anteriormente para poder concordar com a articulação lombo – sacra.



Escrito por Fernanda Luíza às 12h03
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Sacro

São em número de cinco vértebras fundidas no desenvolvimento. Formado por quatro faces e duas bordas. Na face anterior ou pélvica podemos notar as linhas transversais ou cristas transversais e os forames sacrais anteriores. Na face dorsal encontramos os forames sacrais posteriores e a linha média, intermédia e lateral, hiato sacral, forames sacrais dorsais, tuberosidade sacral e cornos sacrais. Lateralmente encontramos as asas do sacro e a tuberosidade sacral. Na base temos o promotório e os processos articulares superiores e ainda no ápice têm a face articular para o cóccix. O centro de gravidade do corpo está localizado logo a frente do promotório sacral.



Escrito por Fernanda Luíza às 12h00
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Cóccix

De 3 a 5 vértebras de tamanho bem reduzido, formado por uma face pélvica, uma dorsal e duas laterais, uma base e um ápice. As regiões mais facilmente diferenciadas são os cornos sacrais, os tubérculos coccígeos, a face articular com o sacro e os sulcos transversais. Podemos concluir que a coluna vertebral constitui importante papel na postura, sustentação de peso, locomoção, proteção da medula espinhal e raízes nervosas. Ao se sentar, a coluna vertebral transmite o peso do corpo através das articulações sacroilíacas para o osso ilíaco, e daí para as tuberosidades isquiáticas. Na postura ereta, o peso do corpo é transferido das articulações sacroilíacas para os acetábulos e daí para os fêmures.



Escrito por Fernanda Luíza às 11h58
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Diferenças nos números de vértebras

Geralmente as vértebras são em número de 33, o número das cervicais é constante, entretanto, ocorrem variações no número de vértebras torácicas, lombares e sacrais em aproximadamente 5% das pessoas normais sobre outro aspecto. As diferenças no número podem ser uma alteração numa região (+ ou -), sem alteração em outras regiões, ou uma alteração numa região à custa de outra (Bergman et al., 1988). Embora variações numéricas das vértebras possam ser clinicamente importantes, a maioria delas é detectada em dissecções, necropsias ou em radiografias de pessoas sem história de problemas no dorso.



Escrito por Fernanda Luíza às 11h56
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Extremidade inferior da medula espinhal

Afila-se abruptamente no cone medular (feixe de filamentos radiculares no espaço subaracnóide abaixo da medula espinhal é denominado cauda eqüina. Está situada distalmente à vértebra L2 no canal vertebral do adulto). A partir de sua extremidade inferior, um filamento fibroso delgado, denominado filamento terminal, desce entre as raízes nervosas que constituem a cauda eqüina. Deixa a extremidade inferior do saco dural e atravessa o hiato sacral. Aqui se funde com a extremidade superior do ligamento anococcígeo e termina com ele através da inserção no dorso do osso coccígeo. O filamento terminal não possui significado funcional. É o remanescente vestigial da medula espinhal que estava situada na cauda do embrião (Moore, 1988). Sua extremidade proximal consiste em vestígios de tecido neural, tecido conjuntivo, pia-máter e tecido da neuróglia.



Escrito por Fernanda Luíza às 11h55
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Suprimento arterial da medula espinhal

Os vasos que suprem a medula espinhal são derivados de ramos das artérias vertebrais, cervicais profundas, intercostais e lombares. É suprida por três artérias longitudinais, uma artéria espinhal anterior e duas artérias espinhais posteriores. Essa vascularização é reforçada por sangue de vasos segmentares denominados artérias radiculares. A artéria espinhal anterior é formada pela união de dois pequenos ramos das artérias vertebrais. Percorre a extensão da medula espinhal na fissura mediana anterior e suprem os dois terços anteriores da medula espinhal. O calibre dessa artéria varia de acordo com sua proximidade de uma artéria radicular magna. Geralmente é menor na região de T4 a T8 da medula. As artérias espinhais posteriores originam-se como pequenos ramos das artérias vertebrais ou das artérias cerebelares inferiores posteriores. Freqüentemente apresentam anastomoses entre si e com a artéria espinhal anterior.



Escrito por Fernanda Luíza às 11h54
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Curso: Anatomia das vias de administração de medicamentos.

Local: Cenap.

Data: 29/05/2004.

10 horas extra curriculares.

 



Escrito por Fernanda Luíza às 15h49
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Crânio e Ossos do Crânio

Os ossos do crânio estão unidos firmemente pra proteger o encéfalo, suas junturas são imóveis, somente um dos ossos considerado da face se move livremente, através de uma juntura sinovial, a juntura temporomandibular. O esqueleto do crânio pode ser divididos em calvária e assoalho, composto de ossos pares e ímpares, podendo ser laminares ou pneumáticos. Quanto aos ossos laminares, são compostos por duas lâminas externas de tecido compacto e uma lâmina interna de tecido esponjoso (a interna é mais fina e frágil que a externa), enquanto que os pneumáticos contêm cavidades ou seios. Os com dupla camada podem ser chamados também de díploe. O crânio fornece: uma caixa para o encéfalo; cavidades para órgãos da sensação especial (visão, audição, equilíbrio, olfação e gustação); aberturas para passagem de ar e comida; suporta os dentes para a mastigação. Identificação dos ossos: calvária – frontal - parietal direito - parietal esquerdo – occipital/assoalho - temporal direito - temporal esquerdo – esfenóide – etmóide.



Escrito por Fernanda Luíza às 14h47
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Fontanelas

Os ossos são fundidos na idade adulta para formar a completa proteção para o encéfalo, às articulações ou uniões do crânio são denominadas suturas e pertencem à classe das articulações denominadas articulações fibrosas, por serem imóveis no adulto elas são denominadas sinartrodiais. Ao nascimento a ossificação esta incompleta, e as suturas são espaços cobertos por membranas que se preenchem logo após o nascimento, certas regiões são mais lentas quanto à ossificação e são denominadas fontanelas, as próprias suturas cranianas geralmente não se fecham por completo antes do 12º ou 13º ano, e algumas podem não se fechar completamente até a idade adulta. Porém temos de ter em mente que isto não significa um critério real de idade. Temos os pontos onde as suturas se encontram e esses são denominados bregma, lambda, ptério direito e esquerdo, astério direito e esquerdo, porém na vida precoce eles ainda não estão ossificados, e são as fontanelas.

Fontanelas na criança e como se encontram na vida adulta: fontanela anterior, bregma; fontanela posterior, lambda; fontanelas laterais, ptérios; fontanela mastóidea, astério.



Escrito por Fernanda Luíza às 14h46
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Suturas

  • Frontal
  • Sagital
  • Lambdóide
  • Fronto nasal
  • Maxilo frontal
  • Fronto zigomática
  • Parietomastóidea
  • Lambdóide
  • Occiptomastóidea
  • Esfenoparietal
  • Escamosa
  • Temporosigomática


Escrito por Fernanda Luíza às 14h43
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Osso Frontal

  • Glabela
  • Sulco supra - orbitário
  • Margem supra - orbitária
  • Incisura supra - orbitária
  • Crista superciliar
  • Tuberosidade frontal
  • Lâmina orbitária
  • Incisura etmoidál
  • Espinha nasal


Escrito por Fernanda Luíza às 14h40
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Ossos Parietais

  • Tubérculos parietais


Escrito por Fernanda Luíza às 14h38
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Osso Occiptal

  • Porção escamosa
  • Protuberância ociptal externa
  • Forame magno
  • Porções condilares


Escrito por Fernanda Luíza às 14h37
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Osso Temporal

  • Processo zigomático
  • Arco zigomático
  • Fossa temporomandibulr
  • Processo estilóde
  • Porção escamosa
  • Porção petrosa
  • Porção mastóidea
  • Meato acústico externo
  • Forame jugular


Escrito por Fernanda Luíza às 14h34
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Osso Esfenóide

  • Sela turca
  • Dorso da sela turca
  • Clívus
  • Asa menor do esfenóide
  • Asa maior do esfenóide
  • Processos clinóides anteriores e posteriores
  • Forame redondo, oval e espinhoso
  • Insirura óptica
  • Forame óptico
  • Fissuras orbitais superiores
  • Processos pterigóides laterais e mediais
  • Hâmulos pterigóides


Escrito por Fernanda Luíza às 13h28
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Osso Etmóide

  • Lâmina crivosa
  • Crista galli
  • Lâmina perpendicular
  • Labirintos laterais
  • Conchas nasais


Escrito por Fernanda Luíza às 13h23
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Crânio mesocefálico

O formato da cabeça comum é chamado de mesocefálico, as medidas médias do crânio adulto são 15cm entre as eminências parietais (lateral), 19cm da eminência frontal até a protuberância occipital (AP ou PA) e 23cm do vértice até abaixo do queixo (incidência SMV). Uma base geral para descrever tipos de crânio é comparar a largura do crânio na eminência parietal com o comprimento medido desde a eminência frontal até a protuberância occipital externa. Em média o crânio mesocefálico possui largura entre 75% a 80% do comprimento.

Escrito por Fernanda Luíza às 13h22
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Crânio braquiocefálico e dolicefálico

Variações do formato comum incluem as designações braquiocefália (cabeça pequena e larga) e dolicefálica (cabeça longa e estreita). A largura do tipo braquiocefálico é 80% ou maior que o comprimento, enquanto que na dolicefálica a largura é menor que 75% do comprimento. Uma segunda variação para lembrar é a diferença de angulação entre as pirâmides petrosas e o plano mediosagital. Na cabeça de formato comum, mesocefálica, as pirâmides petrosas formam um ângulo de 47º. Um ângulo maior que 47º é encontrado no crânio braquiocefálico e menor que 47º no dolicefálico. As descrições de posicionamento do crânio nos livros é baseada no crânio mesocefálico, portanto essas medidas vistas anteriormente são de extrema importância no ajusto para as variações nos formatos de crânio.

Escrito por Fernanda Luíza às 13h21
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Planos corporais

Plano mediosagital, importante no posicionamento preciso do crânio, pois em toda incidência AP ou PA ou lateral o plano mediosagital esta ou perpendicular ou paralelo ao plano do filme. Linha interpupilar ou interorbital, linha que conecta as pupilas ou os cantos externos dos olhos do paciente.

Escrito por Fernanda Luíza às 13h20
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Marcos nas vistas anterior e lateral

Crista superciliar ou arco. Sulco supra – orbitário. Glabela. Násio. Acântion. Ângulo ou gônio. Ponto mentoniano. Aurícula ou pavilhão auditivo. Trago. Topo de inserção das orelhas. Nível da crista petrosa. Canto interno e externo. Margem supra – orbitária. Margem infra – orbitária. Margem orbitária lateral média.

Escrito por Fernanda Luíza às 13h19
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Linhas de posicionamento de crânio

Certas linhas de posicionamento são importantes na radiografia do crânio. Essas linhas são formadas pela conexão de certos marcos anteriores com o ponto médio do meato acústico externo. Linha glabelomeatal (LGM). Linha orbitomeatal (LOM). Linha infra – orbitomeatal (LIOM) ou linha da base de Reid. Linha acantomeatal (LAM). Linha mentomeatal (LMM). Linha lábiomeatal (LLM). Linha glabeloalveolar. Ínio.

Escrito por Fernanda Luíza às 13h16
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Introdução A Anatomia

Do latim Ana tem o significado “em partes” e tome tem por significado “cortando”, ou seja, é a ciência que estuda a estrutura do corpo, visa a compreensão e estudo das partes que compõem o corpo humano.Physis é igual à natureza e Logus tem o significado de estudo, é o estudo da matéria viva, órgãos e sistemas com a compreensão dos mecanismos, fatores químicos e físicos que originam, progridem e mantem a vida, ou seja, seu funcionamento.A anatomia é a ciência da estrutura do corpo. E vale a pena ressaltar que a anatomia está para a fisiologia assim como a história esta para a geografia, pois a anatomia prove o local para os eventos. Embora o interesse primordial da anatomia seja a estrutura, a estrutura e a função devem ser consideradas simultaneamente.

Escrito por Fernanda Luíza às 12h57
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Planos que delimitam e secção do corpo humano

Na posição anatômica o corpo humano pode ser delimitado por planos tangentes a sua superfície. Para facilitar a compreensão da relação entre as estruturas, uma em relação à outra, planos de referência imaginários passam atravez do corpo e o dividem. PLANO SAGITAL OU MEDIANO; divide o corpo em metades simétricas direita e esquerda.PLANO FRONTAL; um plano que passa pelo corpo de cima a baixo, situado em ângulo reto com o sagital, dividindo o corpo em partes anterior e posterior.PLANO TRANSVERSAL OU HORIZONTAL; divide os corpo em metades inferior e superior.



Escrito por Fernanda Luíza às 12h56
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Termos de posição e direção

A situação e a posição das estruturas anatômicas são indicadas em função dos planos de delimitação e secções.

 v   Anterior (ventral)v   Posterior (dorsal)v   Superior (cefálico)v   Inferior (caudal)v   Lateralv   Medialv     Distalv   Proximalv   Superficialv   Profundo



Escrito por Fernanda Luíza às 12h54
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Formas de estudo

v   Cadáveres.v   Seres humanos.v   Anatomia de superfície.



Escrito por Fernanda Luíza às 12h37
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Métodos de estudo

 v   Anatomia de superfície.v   Palpação.v   Percussão.v   Auscuta.v   Instrumentação.v   Anatomia radiológica.v   Anatomia do desenvolvimento.



Escrito por Fernanda Luíza às 11h35
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